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TSE rebate denúncia de expulsão de fiscais do PL da sala-cofre durante apuração eleitoral

há 3 dias
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Corte afirmou que fiscais do PL acompanharam testes de integridade e tiveram acesso a salas destinadas à fiscalização, mas esclareceu que a sala-cofre não é aberta à visitação.


Foto: Reprodução/TSE
Foto: Reprodução/TSE

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) negou, nesta segunda-feira (26), a denúncia do candidato derrotado à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), de que representantes de seu partido teriam sido retirados da sala-cofre da Corte durante a apuração dos votos do segundo turno das eleições de 2026. Em esclarecimento, o Tribunal afirmou que fiscais do PL tiveram acesso a diferentes espaços destinados ao acompanhamento dos procedimentos eleitorais.


Segundo o TSE, dois representantes do Partido Liberal estiveram na sede da instituição, em Brasília, onde acompanharam o Teste de Integridade das Urnas Eletrônicas, realizado no subsolo do edifício. Os fiscais também tiveram acesso à Sala de Totalização e à Sala dos Partidos Políticos, localizada no quinto andar, conforme informou a Justiça Eleitoral.


A Corte esclareceu, entretanto, que a sala-cofre não é um ambiente aberto à visitação de representantes partidários. O órgão ressaltou que o acompanhamento da apuração pode ser realizado em espaços específicos, destinados à fiscalização e à observação dos procedimentos de totalização e divulgação dos resultados.


De acordo com o Tribunal, a Sala de Totalização pode ser acessada por fiscais de partidos políticos, observadores internacionais, advogados e representantes do Ministério Público. Esses grupos acompanham os procedimentos relacionados à consolidação dos votos e à apresentação dos resultados eleitorais.


A manifestação da Justiça Eleitoral ocorreu após Flávio Bolsonaro afirmar que representantes do PL teriam sido expulsos do local durante o processo de apuração. O esclarecimento buscou apresentar a versão oficial do Tribunal sobre a presença dos fiscais e as regras de acesso às dependências da instituição.


No segundo turno das eleições presidenciais, Flávio Bolsonaro foi derrotado pelo presidente reeleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Conforme os dados informados, Lula terminou a disputa com aproximadamente 4,4 milhões de votos a mais que o adversário.


O TSE destacou que o acompanhamento dos procedimentos eleitorais ocorre em ambientes específicos, conforme as regras estabelecidas pela Justiça Eleitoral, e que a presença de representantes partidários nas áreas autorizadas permite a fiscalização das etapas de totalização e divulgação dos resultados.



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